quinta-feira, 5 de março de 2015

A dama e o vagabundo!

Quem conhece vagabundo sabe que este tipo de gente não quer nada com a dureza. São pessoas acomodadas e invejosas, que estão sempre de olho naquilo que os outros construíram.
O vagabundo, que nunca fez nada de útil na vida, morre de ódio quando vê um jovem bem vestido, com um bom carro e uma linda namorada. O desejo do vagabundo é roubar tudo que o outro tem. Para justificar sei ódio e inveja, ele afirma tratar-se de um playboy, filhinho da papai sonegador.
O vagabundo não quer saber se aquele jovem trabalhou desde cedo para ter o que tem. Ele não quer saber se, enquanto jogava sinuca, aquele jovem engraxava sapatos para custear os estudo e ser alguém na vida. O vagabundo não quer saber a verdade. Ele apenas se coloca no papel de vítima do “sistema” para justificar todo o ódio e inveja que daqueles que produzem.
O vagabundo está sempre se “vitimizando”. Individualmente ou de forma coletiva, quando quer convencer os outros a aderirem à seus métodos. Para o vagabundo, não existem pessoas honestas. em sua visão distorcida do mundo, todos são “falsos moralistas” De acordo com esta ótica, aquele que supostamente cometeu algum deslize na vida é tão ou mais vagabundo que um outro que vive no crime. Um pequeno erro de alguém é suficiente para justificar seus eternos delitos.
Esta é a cultura do PT. Apesar de ostentar o pomposo nome de “Partido dos Trabalhadores”, nenhum de seus fundadores era de fato um trabalhador. Eram burgueses que também não queriam nada com a dureza. Lula também não era um trabalhador e logo encontrou um jeito de ficar à toa. Após o trágico “acidente” onde perdeu um importante membro da anatomia, Lula conseguiu se aposentar e encontrou um “trabalho” mais à altura de seu talento. Como os fundadores do PT precisavam de um “trabalhador”, chamaram o Lula para ser o líder do partido.
Logo, outros elementos que não queriam nada com a dureza se juntaram ao partido que tinha como cultura contestar o fruto do esforço dos outros em nome dos trabalhadores de verdade.
Desde jovem, Lula sempre invejou seus patrões e sempre desejou ser como eles. O ódio que habita o coração do vagabundo contaminava o coração de Lula, que sempre se referiu ao “ricos” como “eles das zelite”, assim como o vagabundo chama qualquer pessoa bem sucedida de “playboy”, não importando se esta pessoa se sacrificou para ter uma vida melhor.
Para o vagabundo, existe sempre o “nós” e o “eles”. “nós”, os oprimidos e “eles”, os playboys, os mauricinhos, os coxinhas. O vagabundo sempre encontra uma conotação pejorativa para as pessoas honestas. A ideia é difamar as pessoas com o objetivo de justificar a própria falta de ética e honestidade.
A conclusão a que se chega.
Nos discursos de Lula, a expressão “Eles” é bastante comum. “eles roubam e saqueiam o Brasil há mais de 500 anos” é uma frase clássica e sempre presente em suas falas.
Alguém precisa lembrar ao Lula que foram os “eles” quem construíram o país. Apesar de seus “supostos” deslizes, foram eles quem construíram as rodovias, ferrovias, pontes, portos, aeroportos e praticamente toda a infraestrutura que viabiliza o Brasil de hoje.
Foram “eles” quem construíram as cidades do Brasil, com seus hospitais, escolas e universidades.
Foram “eles” homens como Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1961), que tinha como slogan de campanha “50 anos em 5”, Focado para o desenvolvimento econômico e a política de industrialização. Expandiu-se a infra-estrutura de rodovias, ferrovias e portos, energia elétrica, armazéns e silos.
Demonstrou sensibilidade com o sofrimento do povo do nordeste ao criar Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e promoveu a interiorização, através de uma rede de estradas e da mudança da capital para Brasília, e iniciou a fase de implantação de industrias de bens de consumo duráveis e de bens de produção. Instalaram-se as industrias automobilísticas, de eletrodomésticos, de construção naval, de mecânica pesada, de cimento, de papel e de celulose.
Entre “eles” está ainda Eurico Gaspar Dutra (1946-1951), que propôs a elaboração de um Estatuto do petróleo e construiu as primeiras refinarias do país, realizou a companhia Hidrelétrica do São Francisco, a ativação da usina de Paulo Afonso, a ligação rodoviária de São Paulo com o Rio de Janeiro, e também encampou em 1950 a estrada de ferro Leopoldina, procedeu o recenseamento geral do país, realizou em Petrópolis, a Conferencia Interamericana, de repercussão continental, determinou o fechamento de todos os cassinos e a proibição do jogo em todo o território nacional e elaborou a Constituição de 1946.
Ao se referir à “eles” que roubam o Brasil há mais de 500 anos, segundo Lula, não podemos esquecer de Getulio Dorneles Vargas (1930-1945/1951-1954) que governou o país na ditadura e na democracia, e foi reconhecido como o “pai dos pobres”.
Vargas foi responsável por transformar um país oligárquico em uma democracia emergente, onde os primeiros passos de seu governo foram o combate a corrupção administrativa, a reforma do ensino e a ampliação das leis trabalhistas.
Criou os ministérios da educação e Saúde. Estabeleceu o voto feminino, o voto secreto, a representação proporcional dos partidos, a justiça eleitoral e a representação classista, eleita pelos sindicatos.
Criou ainda a Justiça do Trabalho. Por intermédio do imposto sindical, instituiu o salário mínimo e criou uma legislação trabalhista capaz de ajustar a mão-de-obra egressa do meio rural às condições do trabalho urbano.
Vargas tornou possível o controle sindical e a neutralização política do proletariado nascente, a expansão dos empreendimentos capitalistas, gerando uma economia em franco processo de industrialização.
Vargas aucançou auto suficiência no setor de aço, quando, Em 1940, iniciou projetos da instalação de uma siderúrgica de capital integralmente nacional e prioritariamente publico. Instalada no município de Volta Redonda RJ, a companhia Siderúrgica Nacional (CSN) entrou em operação em 1946, em seu segundo governo Vargas criou a Petrobras em 1953, propôs a elevação de 100% do salário mínimo, o que representava um ganho real para o trabalhador e criou a Eletrobras em 1954.
Sem demonstrar nenhum respeito com todos “Aqueles” homens e mulheres que fizeram do sacrifício um exercício diário na construção do Brasil ao longo dos últimos 500 anos, Lula abusa da soberba ao afirmar ser melhor que “eles”.
Agora, Lula e o PT destroem boa parte daquilo que foi construído por aqueles que tenta desmerecer, como a indústria siderúrgica que está falindo em todo o país por conta do alto custo da energia. O PT de Lula e Dilma também querem destruir as Leis trabalhistas, com a limitação e cassação de direitos sagrados do trabalhador. O PT de Lula e Dilma já fecharam 243 hospitais no Brasil e conseguiram levar para Brasília a maior geração de corruptos de toda a história deste país. Por fim, a ganância do PT de Lula e Dilma estão também destruindo a Petrobras criada por mais um daqueles que Lula tenta parecer melhor.
Trata-se do verdadeiro complexo de vagabundo, aquele que está sempre de olho naquilo que os outros construíram. O vagabundo, quando coloca as mãos sobre algo que não foi fruto de seu esforço, usa, abusa e destrói. A generalização de Lula vem da inveja, do ódio e da falta humildade em reconhecer o mérito alheio. Coisa de vagabundo.
Portanto,  quando Lula se referir à “nós”, tenha cuidado, pois ele está querendo dizer que você também faz parte de sua turma e com isso se sentir autorizado a continuar destruindo o país.
@muylaerte

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